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O Conselho dos Detetives do Brasil, está encetando uma verdadeira cruzada colhendo assinaturas para aprovação do Estatuto do CDB e sua transformação em Lei Federal, o que automáticamente regulamentará a profissão de detetive no Brasil. Solicite um exemplar do formulário e encarregue-se de colher pelo menos 100 assinaturas em sua cidade e Estado. Se cada profissional fizer a sua parte, teremos brevemente 30.000 assinaturas que é o necessário para a aprovação de nosso projeto!

C

Avaliação Psicológica

 

Walmir Battu faz palestra na Audi/Volkswagem

Detetives acusam o presidente do CONFIPAR

Famílias curitibanas chegam a pagar R$8 mil por investigação particular

Menos Ação nas Telas-Morre Charles Bronson

PELO BRASIL

WALMIR BATTU FAZ PALESTRA NA AUDI/VOLKSWAGEM SOBRE DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

foto: Walmir Battu e Assessora da Audi Srta Luzia Blazi

No último dia 11 do mês de Agosto o Presidente Mundial do Interbureau, Detetive Walmir Battu, fez palestras na sede da Audi/Wolkswagem do Brasil sobre o tema Desaparecimento de Crianças, Adolescentes e Adultos, como enfrentar e prevenir. O evento ocorreu na cidade de Curitiba no auditório da sede da empresa que promoveu a referida palestra aos seus funcionários. Na referida palestra o Detetive Walmir Battu esteve juntamente com a Srta Luzia Blazi assessora da AUDI.

ATENDIMENTO A TODO O BRASIL

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Investigações Gerais
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Curitiba - Paraná
www.walmirbattu.com

O Jornal On-Line do Conselho dos Detetives do Brasil

   JORNAL DO ESTADO

Curitiba - As drogas nas escolas já são o principal fator de preocupação dos pais de estudantes de instituições privadas. Uma pesquisa encomendada pelo Sistema     Anglo       Ensino

e divulgada em São Paulo é um termômetro do desespero dos pais de classes A e B. De acordo com a sondagem, para 69,9% deles, os entorpecentes são o maior medo. Como resultado dessa preocupação, algumas famílias de classe média e alta estão procurando a ajuda de detetives particulares para descobrir se os filhos estão envolvidos com entorpecentes. O serviço ainda é para quem tem maior poder aquisitivo, pois o valor cobrado é alto. De acordo com o vice-presidente do Conselho Nacional dos Detetives do Brasil, a cada mês uma família curitibana procura este tipo de trabalho, que pode custar até R$8 mil. Outro dado da pesquisa mostrou que 72,4% dos pais gostariam de receber maiores informações sobre as drogas pesadas, como crack, cocaína e ecstasy, e com isso lidar com o assunto dentro do núcleo familiar.

                 www.interbureau.org/livro.htm

Clássicos
  Menos Ação nas Telas

 

         10/setembro/2003
Se as telas lhe conferiram o dom de a tudo superar, a vida real escreveu diferente. Charles Bronson , um dos maiores "durões" da história do cinema, faleceu no último dia 30 de agosto em razão de uma pneumonia. O ator sofria do mal de Alzheimer e estava internado desde o início do mês. Bronson, cujo nome original era Charles Buchinski, foi um dos 15 filhos de um mineiro de carvão lituano que se radicou na Pensilvânia. Depois de concluir o colégio, ele trabalhou nas minas de carvão, de onde só saiu para entrar no Exército durante a 2a Guerra Mundial. Após a guerra, ele estudou teatro no Pasadena Pllayhouse, e seu primeiro papel no cinema foi em 1950, quando fez um marinheiro em "You're in the Navy Now", estrelado por Gary Cooper. Em 1971, Bronson recebeu o Globo de Ouro ao ser considerado o ator mais popular do mundo.
considerado o ator mais popular do mundo.

Na Itália, onde ele fez muitos de seus filmes, Bronson era conhecido como "Il Brutto", ou "O Feio". Mas foi justamente sua aparência rude, de olhar impassível, que ajudou a lhe valer aplausos em filmes como "Sete Homens e Um Destino" (1960), "Fugindo do Inferno" (1963) e "Os Doze Condenados" (1967).

Muitas vezes estereotipado em papéis de escravo, índio ou prisioneiro, o ator só ganhou a crítica quando se transferiu para a Europa. É dessa época sua participação junto a Alain Delon no filme "Adeus, Ämigo" (1968), do francês Jean Herman. E ninguém se esquece de seu papel em "Era uma Vez no Oeste" (1968), a obra-prima de Sergio Leone, ou de sua interpretação em "O Passageiro da Chuva", de René Clément.

Mas o maior sucesso de público de Bronson foi o controvertido thriller "Desejo de Matar" (1974). O filme, que fala sobre "justiça com as próprias mãos", em que Bronson interpreta um homem que se torna um assassino por vingança depois do homicídio de sua mulher, rendeu quatro seqüências. Seu personagem, Paul Kersey, rendeu ao ator o prolongado estrelato e a possibilidade que, enfim, nenhum ator pode recusar: um tipo que se ama ou detesta, mas que ninguém esquece.

                                         

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MEDO DAS DROGAS LEVA PAIS A PÕR DETETIVES ATRÁS DE FILHOS

"Olho vivo" contra uso de drogas

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As drogas nas escolas já são o principal fator de preocupação dos pais de estudantes de instituições privadas. Uma pesquisa com 16 mil famílias em 100 escolas particulares do Brasil, incluindo Curitiba, apontou que para 69,9% deles, esse é o maior medo. Como resultado dessa preocupação algumas famílias de classe média alta estão procurando a ajuda de detetives particulares para descobrir se os filhos estão envolvidos com entorpecentes. O serviço ainda é restrito a quem tem maior poder aquisitivo, pois o valor cobrado é alto. De acordo com o vice-presidente do Conselho dos Detetives do Brasil, Walmir Battu, a cada mês uma família Curitibana procura este tipo de trabalho, que pode custar até R$8 mil. Battu trabalha a 16 anos com investigações, e já escreveu livros sobre o assunto. Ele conta que a demanda por esse tipo de serviço começou a aumentar a partir de 1999. "Há detetives que cobram bem menos, cerca de R$1 mil. Porém quem cobra mais vai concluir com certeza o trabalho e oferecer tudo que o cliente precisa", explica ele. Ele disse ainda que no mínimo o profissional vai cobrar em torno de R$4 mil.